Segurança pessoal · Brasil
A coordenação fina desaparece antes do medo passar. O Silente foi desenhado para o que sobra: três toques numa tela que parece uma calculadora.
A razão do desenho
Digitar uma senha sob ameaça é passar linha em agulha correndo numa esteira.
Sob estresse agudo o corpo faz uma coisa só: manda sangue para os grandes músculos. As extremidades esfriam, as mãos tremem e a coordenação motora fina desaparece — não por nervosismo, por biologia.
É por isso que a indústria de segurança erra a mão. Botão vermelho grande, senha de seis dígitos, confirmação em duas etapas: tudo isso pressupõe uma pessoa calma. Quem está calmo não precisa de socorro.
O Silente parte do contrário. Todo gesto que ele exige é grosseiro, curto e invisível — do tamanho do que uma mão trêmula ainda consegue fazer.
Demonstração
Essa calculadora funciona de verdade — pode usar. É exatamente o que o agressor vê se pegar o aparelho da sua mão. Segure o dedo em qualquer lugar da tela por três segundos e veja o que acontece por baixo.
Duas vibrações curtas na pele. Só isso. A tela não pisca, não vibra alto, não emite som, não mostra contagem regressiva. Quem está olhando o aparelho não vê nada.
O áudio e a localização vão para o servidor a cada segundo — porque o aparelho pode ser levado em um minuto, e o que ficar só nele vira do agressor.
Os contatos recebem no WhatsApp o endereço escrito por extenso, não só um link de mapa. Ninguém lê uma coordenada para o atendente do 190.
Os três momentos
Cada estado pede um gesto diferente — e o mais comum não pede gesto nenhum.
Ainda está calma, com as mãos firmes e tempo de sobra. Arma o horário de chegada antes de entrar. Se você não confirmar que chegou, o protocolo dispara sozinho.
nenhum gesto · só um horárioO celular já está na sua mão e destravado — é assim que todo mundo anda. Três toques na calculadora e o alerta silencioso sai, sem nada mudar na tela.
3 toquesAs mãos já não obedecem e a tela virou risco. Segurar o dedo três segundos, ou digitar o PIN de coação: o aplicativo finge fechar, e continua gravando e transmitindo.
segurar 3s · ou PIN de coaçãoO despacho
O Silente não liga para a polícia — nenhum aplicativo deveria. Ele arma quem vai ligar: leva o endereço pronto, o texto pronto, e tira do seu contato a tarefa de pensar enquanto está com medo.
Duas vozes, dois trabalhos
A Eliza fala no seu fone de ouvido — nunca no alto-falante. E fone é o objeto mais banal que existe: ninguém olha duas vezes para alguém de fone dentro de um carro. É invisível por ser comum, não por ser escondido.
“Estou aqui com você. Respira comigo — devagar. Não precisa fazer mais nada agora.”
Só você ouve. Controla a respiração, mantém você presente, avisa o que já foi feito lá fora. No modo coação ela emudece — se o fone sair do ouvido, qualquer som vira risco.
DESPACHO 14:32:07 · contato 1 entregue
ESCALANDO → contato 2 em 120s
Você nunca ouve ele. Ele monta a mensagem, resolve o endereço, publica a página ao vivo e escalona entre seus contatos até alguém confirmar que abriu.
Honestidade
Num produto de segurança, promessa exagerada não é marketing — é gente confiando em algo que não existe.
Não aciona a polícia. Avisa e prepara os seus contatos para acionarem.
Não funciona com o aparelho desligado, sem bateria ou sem internet.
Não substitui o 190 nem o botão de emergência nativo do seu celular.
Não adivinha que você está em perigo. Quem decide acionar é você.
Grava áudio e localização a partir do acionamento, e guarda no servidor. Você autoriza isso explicitamente, e apaga quando quiser.
Acesso antecipado
Estamos abrindo para um grupo pequeno, com acompanhamento direto. Quem entrar agora ajuda a definir o que vem antes — e mantém o preço de fundador.
Cadastro
São eles que recebem o alerta quando você aciona. Pode cadastrar até 5.